terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Curso de Hipnose Clínica - Elleven Treinamentos
Neste último final de semana no Othon Intervale Hotel aconteceu mais uma turma do curso de Hipnose Clínica e Auto Hipnose da Elleven.
A turma foi extremamente dedicada e produtiva, com perguntas pertinentes em relação ao tema. As atividades teórico/práticas foram cumpridas com êxito e o resultado muito proveitoso.
Mais uma vez obrigado pela confiança em nosso trabalho!!
Equipe Elleven
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Qual o problema? - José Carlos Carturan
Todos nós temos problemas. Faz parte do processo, são
situações que surgem em nosso cotidiano e que queiramos nós ou não, temos de
enfrentar. Alguns são de maior impacto e fogem de nosso controle. Já outros são
pequenas bobagens que acabam atrapalhando um pouco o ritmo de nossa vida. E só.
Mas, tanto os maiores quanto os pequenos servem para que estejamos vigilantes e
tiremos deles os aprendizados que trazem consigo. Vivemos assim e estas são
vicissitudes do nosso caminho. Há pessoas que lidam bem com os problemas,
encarando-os com serenidade e paciência, enquanto outras agem ora de maneira
bastante intempestiva, ora de modo omisso e descompromissado.
No entanto, ultimamente venho detectando uma terceira
categoria. Tenho observado algumas pessoas, ouvido outras e no meu ponto de
vista há um grupo cada vez mais crescente de sujeitos. Pessoas onde o grande
problema é NÃO ter problemas.
Cada vez mais fica latente que os problemas de nossa vida têm
a exata dimensão que damos a eles. É pura e simplesmente uma questão de
perspectiva. Contudo, há pessoas que justamente por não ter problemas de uma
magnitude suficientemente grande acabam supervalorizando questões cotidianas,
transformando-as em verdadeiros dramas. Uma discussão tem o peso de uma guerra,
um infortúnio ganha o status de um tremendo azar. Estas pessoas entram e saem
de ‘supostas crises’ com frequência, desabam em uma tristeza desmedida,
sentem-se ofendidas, perseguidas, injustiçadas e acabam até distorcendo fatos
para que estes possam se enquadrar na ‘categoria’: PROBLEMA.
Mas de onde será que vem isso? Qual a real intenção? O que
faz com que meras contingências de uma vida atribulada sejam maximizadas e
elevadas ao patamar de situações ‘insolúveis’, gerando sentimentos de tristeza,
mágoa, raiva, ansiedade e ‘pré – ocupação’ exageradas?
Dentre as diversas hipóteses plausíveis, algo me diz que
estes pseudo-dramas têm uma única finalidade. Pode parecer exagerado de minha
parte, mas vou tentar resumir em uma só frase. Lá vai: “As pessoas não tem
problemas, elas querem atenção”. Desculpe se você discorda, mas fica cada vez
mais evidente que o que as pessoas sentem é algo chamado carência. Sim, sentem
carência de atenção, de serem ouvidas e de que alguém que lhes dê a atenção que
julgam merecer. Quando conseguem a atenção de alguém, simplesmente a solução
‘mágica’ aparece.
Exagero? Então pense em pessoas que você conhece,
principalmente aquelas que vivem reclamando da vida, de tudo e de todos, e
analise se há motivos para isso ou se elas estão super dimensionando os
problemas que tem. Infelizmente o que estas pessoas não percebem é que em uma
escala muito sutil a sistemática e repetitiva ênfase nos obstáculos da vida,
acabam deixando-as em uma situação onde se torna ‘costume’ lidar com problemas
e quando percebem não conseguem sair mais deste triste ciclo. Fique atento em
qual das categorias você se enquadra e evite cair nesta armadilha.
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Elleven inicia Programa de Desenvolvimento nas Lojas Marisa
A Elleven iniciou oficialmente o Programa de Desenvolvimento de Lideranças para a Equipe de Supervisores e Coordenadores de Atendimento das Lojas Marisa 2012/2013 em São Paulo.
O Dr. José Carlos Carturan deu início ao programa na semana passada com palestras voltadas à equipe de atendimento e o primeiro módulo do ciclo de treinamentos com o tema: "Relacionamento Interpessoal".
Será um conteúdo abrangente e composto por temas que estão diretamente ligados à Liderança, Gestão e Desenvolvimento de Equipes com o objetivo de levar esta equipe já competente e vencedora a resultados cada vez melhores e principalmente para que estes líderes sejam formadores de novos líderes.
Obrigado Lojas Marisa!!
Equipe Elleven
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Unique Acessórios e Belentani Consulting recebem treinamento da Elleven
Neste último sábado, 01/12 foi ministrado para as equipes comercial e técnica da Unique Acessórios e Belentani Consulting treinamento contemplando alguns itens essenciais para o dia a dia que vivemos atualmente.
Na oportunidade o Dr. José Carlos Carturan conversou com os participantes sobre o tema: 'Auto desenvolvimento' e sobre como podemos por meio de pequenas mudanças no nosso cotidiano obter melhores resultados em cada um dos segmentos de nossa vida.
Nós da Equipe Elleven nos sentimos muito honrados em ter a oportunidade de trabalhar com esta equipe que é referência nacional na área que atua.
Agradecemos a acolhida respeitosa e todo o carinho dispensado a nós...
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sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Bons ou maus? - José Carlos Carturan
Desta vez vou direto ao ponto. Afinal de contas o ser humano
é bom ou mau? Pergunta difícil, não é? Mas e aí, o que você acha? Em nossa
natureza essencial somos bons ou maus?
Esta é uma das questões em que a discussão se arrasta desde
que o ser humano existe. Na realidade, mesmo na religião este ponto já se
apresenta logo de cara, quando Caim mata seu irmão Abel. E em várias outras
passagens bíblicas, como textos sagrados de outras religiões há também menção a
este complexo dilema. Mas esta dúvida não se resume à religião.
Entre os filósofos, o francês Jean Jacques Rousseau
(1712-1778), acreditava na tese do “Bom selvagem”, ou seja, o homem nasce bom,
puro e perfeito e é vítima da sociedade que o corrompe e torna-o violento e
agressivo. Em contrapartida, o inglês Thomas Hobbes (1588-1679) em sua obra ‘O
Leviatã’, defendia praticamente o contrário. Dizia que para haver paz e
harmonia na sociedade os homens deveriam ter sua natureza primordial rude
controlada severamente por um Estado dotado de leis austeras que serviriam como
diretrizes e somente desta maneira nos manteríamos “nos eixos”.
Mas a pergunta não quer calar: Em nossa essência, nós
humanos somos bons ou maus? Em relação às duas teorias, qual delas se aplica
melhor à nossa realidade? Talvez nenhuma delas em sua totalidade seja
suficiente para explicar nosso modo de comportamento. Nosso país não pode ser
considerado exemplo nisto, mas realmente em países onde as leis são mais
rígidas e são obedecidas, casos de violência e brutalidade são menos comuns.
Por outro lado, sinceramente não sei se somos totalmente puros ao nascer, mas é
evidente que o ambiente em que vivemos influencia nosso comportamento. Podemos
sim, aprender violência. Nosso sistema carcerário é a prova fiel disto, onde
presos por pequenas infrações convivem com bandidos perigosos e saem com “pós
graduação” em criminalidade. Ou seja, vendo por outro lado, de alguma forma
Rousseau e Hobbes estão certos.
E se trouxéssemos esta discussão para nosso cotidiano, para
as pessoas de nosso convívio? Somos totalmente bons ou em certas situações
temos atitudes não tão nobres assim?
Pois é, quando abordamos por este ponto, talvez percebamos que as coisas
não são tão simples, mesmo porque não devemos considerar maldade apenas àqueles
atos que contém violência. Há diversos tipos de maldade, tão cruéis quanto a
violência. Ou, se você preferir, há diversos tipos de violência além da física.
E será que podemos chegar a alguma conclusão?
Particularmente, penso que carregamos conosco, dentro de nós
os dois germes. Da bondade e da maldade. Há um símbolo oriental chamado
Yin/Yang que demonstra este princípio. O princípio das polaridades. Bondade e
maldade, amor e ódio, riqueza e pobreza. Talvez sem perceber estejamos o tempo
todo oscilando entre pólos opostos.
Meu grande amigo José Orlando já diz: “Quando amamos,
odiamos menos. Quando odiamos, amamos menos”. Seguindo essa linha, quando somos
bons, estamos sendo ‘menos maus’ e quando fazemos maldades, estamos sendo ‘menos
bondosos’. Parece óbvio, mas na realidade vivemos nesta árdua e constante busca
pelo equilíbrio.
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segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Curso de Comunicação e Oratória Efetiva - Elleven
Neste final de semana, no Othon Intervale Hotel em São José dos Campos, foi ministrado pelo Dr. José Carlos Carturan mais um curso de Comunicação e Oratória Efetiva.
O aproveitamento da turma, composta por pessoas de diversas localidades, foi excelente e a evolução no desempenho da apresentações foi sentido por todos.
Foram trabalhados predominantemente os três pilares da Comunicação Efetiva: autoconhecimento, a habilidade em lidar com públicos diferentes e o domínio das técnicas de Oratória.
Houve realização de atividades teóricas e práticas e o mais significativo para nós foi a coesão da turma e a superação e aprimoramento de cada um.
Muito obrigado pela confiança!
Equipe Elleven
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sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Escassez - Dr. José Carlos Carturan
De todo este episódio do ‘mensalão’, questões políticas à parte, um dos fatos que mais me chamou a atenção, além do clamor popular por punições severas foi a repercussão que a postura do Ministro do Supremo Joaquim Barbosa obteve, mesmo entre pessoas até certo ponto alheias a todo o contexto do julgamento.
Perceba, não é meu objetivo mencionar a performance jurídica do caso, mas sim chamar a atenção para um ponto um pouco mais sutil de toda essa situação. Qual seria o motivo de uma pessoa ser tratada como herói por pessoas que até pouco tempo atrás sequer sabiam da existência de um Supremo Tribunal Federal?
Também não vem ao caso se o tratamento destinado ao nobre Ministro é justo ou não, mas confesso que uma coisa me veio à cabeça. O quanto nosso país é carente de bons exemplos. Vale salientar que parece claro que Joaquim Barbosa não tem sido reconhecido por ser um ministro negro (o primeiro da história do país) e de origem humilde. Ele já poderia ter sido reconhecido por este notável feito desde 2003, quando passou a exercer sua função no Supremo.
O seu reconhecimento vem da força implacável, para o bem e para o mal, com que está conduzindo aquele considerado o maior julgamento da história do país. A postura de alguém que busca incessantemente o bem da maioria.
Uma coisa é certa. Todos nós precisamos de exemplos. O ser humano é assim. Busca similaridades, alguém a quem possa espelhar. Só há um problema nisso. De um jeito ou de outro acabamos elegendo alguém como exemplo. E se não temos exemplos verdadeiramente fiéis ao que podemos julgar como sendo o correto, podemos nos tornar o reflexo daquilo que não deve ser seguido.
Do mesmo modo que Guga Kuerten mobilizou milhares de crianças a jogar tênis, que Ayrton Senna nos trouxe de volta o patriotismo e que Madre Teresa, Dalai Lama e Gandhi são considerados ícones da defesa da paz e dos seres humanos, precisamos também de outros exemplos. As pessoas precisam de alguém para se inspirar, algum herói, da vida real ou das histórias. Alguém que as faça perceber que as coisas são possíveis.
Isso acontece só em nossa vida pessoal? Claro que não. No trabalho é a mesma coisa.
Segundo dados obtidos com pesquisa realizada durante o Congresso Nacional de Recursos Humanos (Conarh 2012), para 87% de líderes atuais de grandes empresas, no Brasil não há líderes suficientes para lidar com os desafios atuais e futuros das organizações.
Não é apenas a suposta efervescência da economia brasileira e o aumento da demanda que explicam esse déficit. Esse contexto tem origens mais abrangentes.
Há uma escassez de líderes que podem ser considerados exemplares, diferentes, capazes de criar oportunidades, perspectivas e envolver, engajar as pessoas na busca deste ideal. Faltam líderes que sirvam de exemplo em nosso país. Nas empresas, então, nem se fale. Faltam mais heróis em nossa vida, pessoas humanas que façam a diferença. Eu, posso me considerar privilegiado. Conheço um bocado destes heróis.
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