quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Vídeo de Feliz 2013 para as #PESSOASDOBEM...

Singela homenagem da Equipe Elleven aos Heróis, Gigantes e #PESSOASDOBEM...

Bem vindo 2013 - José Carlos Carturan




Costumo iniciar o ano saudando o ciclo que se inicia. Porém, antes de escrever o artigo fui reler o que havia escrito para o início do ano de 2012. Confesso que fiquei impressionado... Como acredito que nem todos tenham lido no ano passado e os que leram talvez tenham esquecido e principalmente pelo fato de ter dado ‘tão certo’ em 2011 e 2012 (quem esteve comigo vai entender) , transcrevo com as adaptações necessárias para este 2013.  Algo que é pessoal, mas que talvez represente alguns dos anseios comuns a tantos de nós, pessoas humanas. Antes de tudo, porém, agradeço ao ciclo que se finda, chamado ‘2012’.

Confesso que o texto serve também de guia pessoal, visando à estrita observância de alguns itens que obviamente não servem como receita infalível para uma vida perfeita, mas são preceitos razoáveis para um cotidiano mais aprazível.

Então, que seja bem vindo este 2013, que outrora pareceu tão distante, mas agora já é e deve ser usado como...presente. Que traga consigo as lições que devo aprender, para quem sabe com muita dedicação melhorar um pouco, frente ao muito que é necessário, a pessoa que sou.

 E que para isto, como sempre ouço de um grande mestre e amigo, eu tenha dentro do meu coração as cordas afinadas no mesmo diapasão que toca o “Grande Violão”. E que eu consiga diferenciar os ritmos; aliás, que eu esteja sempre no ritmo, no ritmo certo, seguindo o fluxo das coisas, nem tão veloz como normalmente exige a ardil ansiedade, nem tão lento como manda a sagaz displicência.

Que meus sonhos continuem vivos. E se estes sonhos estiverem em desacordo com minha missão, que eu passe a ter novos sonhos, que atendam o meu real propósito em estar vivo. Falando em sonhos, que eu perceba sempre, dormindo ou acordado, que meus sonhos são a mais pura ligação entre minha alma e meu destino. E sabendo disso que eu não seja precipitado e nem leviano com estes sonhos.

Que eu saiba desfrutar dos bons momentos com alegria e discernimento e consiga assimilar os golpes que virão com dignidade e o mesmo discernimento. Além disso, que eu tenha sensibilidade suficiente para perceber quando os golpes de outras pessoas são desferidos contra mim, por algo que tenha feito (ou deixado de fazer) e quando sirvo apenas como recipiente para as confusões, desacertos e inseguranças delas. Lembrando, claro, de rogar ao Pai Celestial que mantenha em meu caminho os reais companheiros de jornada, mas que também continue a abençoar e guardar, sem nenhum ressentimento, os que optaram por outras trilhas. Ah! Importante! Que minha percepção seja suficiente para diferenciá-los quando cruzarem meu caminho.

Que os ventos e tempestades de mudança sejam de intensidade suportável e me mantenham com os pés no chão, disposto a colocar mais uma pedra, depois de polida, em minha edificação pessoal, que deve obedecer a um complexo paradoxo entre a consistência firme de caráter, unida à flexibilidade em saber como e quando devo mudar. Tudo isto, sem sucumbir aos sorrateiros venenos da vaidade, deslealdade e outros tão traiçoeiros quanto. E que o ímpeto, como uma chama que brilha intensa e continuamente continue a guiar meus passos, sempre em equilíbrio, nesta Odisseia chamada vida. 
Que assim seja.  

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Contágio - José Carlos Carturan



No dicionário, a palavra “contágio” tem a seguinte definição: ‘Transmissão de uma doença por meio de contato mediato ou imediato’. Além desta designação, o próprio dicionário traz uma definição figurativa da palavra: ‘Imitação involuntária’.

E é justamente sobre este segundo conceito que falaremos. Talvez todos nós já tenhamos sido ‘contagiados’ de alguma forma. Quem, por exemplo, nunca passou a usar gírias ou modismos no falar? Ou acabou ‘pegando’ algum sotaque ao passar férias em uma região diferente? Até aí nenhum problema. Dá até certo charme...

O problema é que o mecanismo de imitação funciona para diversas outras coisas e em boa parte das vezes para coisas não muito boas. E digo mais: Podemos até em um primeiro momento criticar a atitude, mas se não estivermos muito atentos daqui a pouco estamos fazendo a mesma coisa. E achando normal.

Alguns se aproveitam deste padrão de comportamento humano e transformam-no em uma verdadeira “Filosofia de Vida”, muito comum em empresas, no serviço público, com os políticos (esses então, nem se fala) e em equipes geridas por líderes despreparados e incongruentes.

Esta “Filosofia” tem até um nome: “Quanto pior, melhor”. E faz sentido. Em ambientes desorganizados, repletos de pessoas que adotam este ‘modo de vida’ é que se proliferam a corrupção, a incompetência, a impunidade e o atraso.

Quer ver? Há um horário a ser cumprido na empresa. Quem chega na hora, não fez mais que a obrigação. Quem se atrasa, tem a conivência do chefe (isto quando o chefe não é o primeiro a dar mau exemplo).
 Os que não se atrasavam começam a ficar displicentes com o horário e se atrasam também. Então os “espertalhões” já chegavam mais tarde logo de cara, passam a atrasar-se ainda mais. Pronto: Clima propício para uma equipe desunida, indisciplinada e que sempre obtém resultados abaixo do esperado.

Traga isto para a política. Quem é honesto não faz mais que a obrigação (e não faz mesmo!). Aí vem um (na realidade, vários) e faz coisas ilegais. A punição não vem. Outros que até então não roubavam, percebem que nada acontece, que a impunidade impera e passam a roubar também. Só que os ‘mais experientes’ para diferenciar-se do grupo montam verdadeiros esquemas de desvio de dinheiro (mensalões, secretárias,etc). Mais uma vez prevalece o “Quanto pior, melhor”.

Sejamos sinceros, esta cultura é bem mais normal que parece. Na escola já era assim. O que estudava não era considerado bom aluno. Era chamado de CDF. E jogar lixo na rua então? E depois, dá-lhe enchente. Percebe?

A mudança deve começar aos poucos. Primeiramente com a valorização dos bons exemplos em detrimento dos maus. Depois com a consolidação de uma cultura baseada em valores e virtudes. E por último, líderes preparados para lidar com sua equipe. Gente que saiba cuidar de gente. E definitivamente acabar com esta cultura. Que tal sermos contagiados por tantos bons exemplos que existem por aí?

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Curso de Hipnose Clínica - Elleven Treinamentos



Neste último final de semana no Othon Intervale Hotel aconteceu mais uma turma do curso de Hipnose Clínica e Auto Hipnose da Elleven.

A turma foi extremamente dedicada e produtiva, com perguntas pertinentes em relação ao tema. As atividades teórico/práticas foram cumpridas com êxito e o resultado muito proveitoso.

Mais uma vez obrigado pela confiança em nosso trabalho!!

Equipe Elleven

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Qual o problema? - José Carlos Carturan




Todos nós temos problemas. Faz parte do processo, são situações que surgem em nosso cotidiano e que queiramos nós ou não, temos de enfrentar. Alguns são de maior impacto e fogem de nosso controle. Já outros são pequenas bobagens que acabam atrapalhando um pouco o ritmo de nossa vida. E só. Mas, tanto os maiores quanto os pequenos servem para que estejamos vigilantes e tiremos deles os aprendizados que trazem consigo. Vivemos assim e estas são vicissitudes do nosso caminho. Há pessoas que lidam bem com os problemas, encarando-os com serenidade e paciência, enquanto outras agem ora de maneira bastante intempestiva, ora de modo omisso e descompromissado.

No entanto, ultimamente venho detectando uma terceira categoria. Tenho observado algumas pessoas, ouvido outras e no meu ponto de vista há um grupo cada vez mais crescente de sujeitos. Pessoas onde o grande problema é NÃO ter problemas.

Cada vez mais fica latente que os problemas de nossa vida têm a exata dimensão que damos a eles. É pura e simplesmente uma questão de perspectiva. Contudo, há pessoas que justamente por não ter problemas de uma magnitude suficientemente grande acabam supervalorizando questões cotidianas, transformando-as em verdadeiros dramas. Uma discussão tem o peso de uma guerra, um infortúnio ganha o status de um tremendo azar. Estas pessoas entram e saem de ‘supostas crises’ com frequência, desabam em uma tristeza desmedida, sentem-se ofendidas, perseguidas, injustiçadas e acabam até distorcendo fatos para que estes possam se enquadrar na ‘categoria’: PROBLEMA.

Mas de onde será que vem isso? Qual a real intenção? O que faz com que meras contingências de uma vida atribulada sejam maximizadas e elevadas ao patamar de situações ‘insolúveis’, gerando sentimentos de tristeza, mágoa, raiva, ansiedade e ‘pré – ocupação’ exageradas?

Dentre as diversas hipóteses plausíveis, algo me diz que estes pseudo-dramas têm uma única finalidade. Pode parecer exagerado de minha parte, mas vou tentar resumir em uma só frase. Lá vai: “As pessoas não tem problemas, elas querem atenção”. Desculpe se você discorda, mas fica cada vez mais evidente que o que as pessoas sentem é algo chamado carência. Sim, sentem carência de atenção, de serem ouvidas e de que alguém que lhes dê a atenção que julgam merecer. Quando conseguem a atenção de alguém, simplesmente a solução ‘mágica’ aparece.

Exagero? Então pense em pessoas que você conhece, principalmente aquelas que vivem reclamando da vida, de tudo e de todos, e analise se há motivos para isso ou se elas estão super dimensionando os problemas que tem. Infelizmente o que estas pessoas não percebem é que em uma escala muito sutil a sistemática e repetitiva ênfase nos obstáculos da vida, acabam deixando-as em uma situação onde se torna ‘costume’ lidar com problemas e quando percebem não conseguem sair mais deste triste ciclo. Fique atento em qual das categorias você se enquadra e evite cair nesta armadilha.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Elleven inicia Programa de Desenvolvimento nas Lojas Marisa



A Elleven iniciou oficialmente o Programa de Desenvolvimento de Lideranças para a Equipe de Supervisores e Coordenadores de Atendimento das Lojas Marisa 2012/2013 em São Paulo.

O Dr. José Carlos Carturan deu início ao programa na semana passada com palestras voltadas à equipe de atendimento e o primeiro módulo do ciclo de treinamentos com o tema: "Relacionamento Interpessoal".

Será um conteúdo abrangente e composto por temas que estão diretamente ligados à Liderança, Gestão e Desenvolvimento de Equipes com o objetivo de levar esta equipe já competente e vencedora a resultados cada vez melhores e principalmente para que estes líderes sejam formadores de novos líderes.

Obrigado Lojas Marisa!!

Equipe Elleven

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Unique Acessórios e Belentani Consulting recebem treinamento da Elleven



Neste último sábado, 01/12 foi ministrado para as equipes comercial e técnica da Unique Acessórios e Belentani Consulting treinamento contemplando alguns itens essenciais para o dia a dia que vivemos atualmente.

Na oportunidade o Dr. José Carlos Carturan conversou com os participantes sobre o tema: 'Auto desenvolvimento' e sobre como podemos por meio de pequenas mudanças no nosso cotidiano obter melhores resultados em cada um dos segmentos de nossa vida.

Nós da Equipe Elleven nos sentimos muito honrados em ter a oportunidade de trabalhar com esta equipe que é referência nacional na área que atua.

Agradecemos a acolhida respeitosa e todo o carinho dispensado a nós...

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Bons ou maus? - José Carlos Carturan




Desta vez vou direto ao ponto. Afinal de contas o ser humano é bom ou mau? Pergunta difícil, não é? Mas e aí, o que você acha? Em nossa natureza essencial somos bons ou maus?

Esta é uma das questões em que a discussão se arrasta desde que o ser humano existe. Na realidade, mesmo na religião este ponto já se apresenta logo de cara, quando Caim mata seu irmão Abel. E em várias outras passagens bíblicas, como textos sagrados de outras religiões há também menção a este complexo dilema. Mas esta dúvida não se resume à religião.

Entre os filósofos, o francês Jean Jacques Rousseau (1712-1778), acreditava na tese do “Bom selvagem”, ou seja, o homem nasce bom, puro e perfeito e é vítima da sociedade que o corrompe e torna-o violento e agressivo. Em contrapartida, o inglês Thomas Hobbes (1588-1679) em sua obra ‘O Leviatã’, defendia praticamente o contrário. Dizia que para haver paz e harmonia na sociedade os homens deveriam ter sua natureza primordial rude controlada severamente por um Estado dotado de leis austeras que serviriam como diretrizes e somente desta maneira nos manteríamos “nos eixos”.

Mas a pergunta não quer calar: Em nossa essência, nós humanos somos bons ou maus? Em relação às duas teorias, qual delas se aplica melhor à nossa realidade? Talvez nenhuma delas em sua totalidade seja suficiente para explicar nosso modo de comportamento. Nosso país não pode ser considerado exemplo nisto, mas realmente em países onde as leis são mais rígidas e são obedecidas, casos de violência e brutalidade são menos comuns. Por outro lado, sinceramente não sei se somos totalmente puros ao nascer, mas é evidente que o ambiente em que vivemos influencia nosso comportamento. Podemos sim, aprender violência. Nosso sistema carcerário é a prova fiel disto, onde presos por pequenas infrações convivem com bandidos perigosos e saem com “pós graduação” em criminalidade. Ou seja, vendo por outro lado, de alguma forma Rousseau e Hobbes estão certos.

E se trouxéssemos esta discussão para nosso cotidiano, para as pessoas de nosso convívio? Somos totalmente bons ou em certas situações temos atitudes não tão nobres assim?  Pois é, quando abordamos por este ponto, talvez percebamos que as coisas não são tão simples, mesmo porque não devemos considerar maldade apenas àqueles atos que contém violência. Há diversos tipos de maldade, tão cruéis quanto a violência. Ou, se você preferir, há diversos tipos de violência além da física. E será que podemos chegar a alguma conclusão?

Particularmente, penso que carregamos conosco, dentro de nós os dois germes. Da bondade e da maldade. Há um símbolo oriental chamado Yin/Yang que demonstra este princípio. O princípio das polaridades. Bondade e maldade, amor e ódio, riqueza e pobreza. Talvez sem perceber estejamos o tempo todo oscilando entre pólos opostos.

Meu grande amigo José Orlando já diz: “Quando amamos, odiamos menos. Quando odiamos, amamos menos”. Seguindo essa linha, quando somos bons, estamos sendo ‘menos maus’ e quando fazemos maldades, estamos sendo ‘menos bondosos’. Parece óbvio, mas na realidade vivemos nesta árdua e constante busca pelo equilíbrio. 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Curso de Comunicação e Oratória Efetiva - Elleven



Neste final de semana, no Othon Intervale Hotel em São José dos Campos, foi ministrado pelo Dr. José Carlos Carturan mais um curso de Comunicação e Oratória Efetiva.

O aproveitamento da turma, composta por pessoas de diversas localidades, foi excelente e a evolução no desempenho da apresentações foi sentido por todos.

Foram trabalhados predominantemente os três pilares da Comunicação Efetiva: autoconhecimento, a habilidade em lidar com públicos diferentes e o domínio das técnicas de Oratória.

Houve realização de atividades teóricas e práticas e o mais significativo para nós foi a coesão da turma e a superação e aprimoramento de cada um.

Muito obrigado pela confiança!

Equipe Elleven

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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Escassez - Dr. José Carlos Carturan


De todo este episódio do ‘mensalão’, questões políticas à parte, um dos fatos que mais me chamou a atenção, além do clamor popular por punições severas foi a repercussão que a postura do Ministro do Supremo Joaquim Barbosa obteve, mesmo entre pessoas até certo ponto alheias a todo o contexto do julgamento.

Perceba, não é meu objetivo mencionar a performance jurídica do caso, mas sim chamar a atenção para um ponto um pouco mais sutil de toda essa situação. Qual seria o motivo de uma pessoa ser tratada como herói por pessoas que até pouco tempo atrás sequer sabiam da existência de um Supremo Tribunal Federal?

Também não vem ao caso se o tratamento destinado ao nobre Ministro é justo ou não, mas confesso que uma coisa me veio à cabeça. O quanto nosso país é carente de bons exemplos. Vale salientar que parece claro que Joaquim Barbosa não tem sido reconhecido por ser um ministro negro (o primeiro da história do país) e de origem humilde. Ele já poderia ter sido reconhecido por este notável feito desde 2003, quando passou a exercer sua função no Supremo.

O seu reconhecimento vem da força implacável, para o bem e para o mal, com que está conduzindo aquele considerado o maior julgamento da história do país. A postura de alguém que busca incessantemente o bem da maioria.

Uma coisa é certa. Todos nós precisamos de exemplos. O ser humano é assim. Busca similaridades, alguém a quem possa espelhar. Só há um problema nisso. De um jeito ou de outro acabamos elegendo alguém como exemplo. E se não temos exemplos verdadeiramente fiéis ao que podemos julgar como sendo o correto, podemos nos tornar o reflexo daquilo que não deve ser seguido.

Do mesmo modo que Guga Kuerten mobilizou milhares de crianças a jogar tênis, que Ayrton Senna nos trouxe de volta o patriotismo e que Madre Teresa, Dalai Lama e Gandhi são considerados ícones da defesa da paz e dos seres humanos, precisamos também de outros exemplos. As pessoas precisam de alguém para se inspirar, algum herói, da vida real ou das histórias. Alguém que as faça perceber que as coisas são possíveis.

Isso acontece só em nossa vida pessoal? Claro que não. No trabalho é a mesma coisa.
Segundo dados obtidos com pesquisa realizada durante o Congresso Nacional de Recursos Humanos (Conarh 2012), para 87% de líderes atuais de grandes empresas, no Brasil não há líderes suficientes para lidar com os desafios atuais e futuros das organizações.
Não é apenas a suposta efervescência da economia brasileira e o aumento da demanda que explicam esse déficit. Esse contexto tem origens mais abrangentes.

Há uma escassez de líderes que podem ser considerados exemplares, diferentes, capazes de criar oportunidades, perspectivas e envolver, engajar as pessoas na busca deste ideal. Faltam líderes que sirvam de exemplo em nosso país. Nas empresas, então, nem se fale. Faltam mais heróis em nossa vida, pessoas humanas que façam a diferença. Eu, posso me considerar privilegiado. Conheço um bocado destes heróis.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Homenagem das #PESSOASDOBEM - Dia 11.11



Como se não bastasse o final de semana incrível e especial que tivemos com a participação da Turma 10, fomos maravilhosamente surpreendidos com uma iniciativa que nos deixou totalmente sem saber o que fazer.

Ao final do treinamento, enquanto dávamos os recados, fomos presenteados com uma atitude que até agora nos provoca emoções intensas.

As #PESSOASDOBEM presentes ao Guararema Park Hotel haviam preparado para nós uma homenagem verdadeira e inesquecível.

Tenham certeza que este 11.11 ficará para sempre gravado em nossos corações e que serviu para tornar mais fortes os elos que nos mantem unidos.

Obrigado por cada palavra, cada gesto, cada abraço, cada sorriso, pelo vídeo e por todas as surpresas que carinhosamente nos proporcionaram neste dia...Foi indescritível a sensação de carinho de mais de uma centena de pessoas para conosco.

A vida pode até continuar igual, mas nós da Elleven, jamais seremos os mesmos...

YA!!

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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Practitioner em PNL - Turma 2


Mais uma Turma de Practitioners formada pela Elleven. Durante o feriado na Pousada Sapucaia em Guararema foi ministrado pelo Dr. José Carlos Carturan o segundo módulo do curso de PNL.

Foram momentos incríveis, de aprendizado, técnicas, respeito, carinho, emoção e amizade. Houve ainda atividades complementares, como as palestras sobre arquétipos e hipnose clínica.Além disso,a Técnica de Rebirthing mesclada com a técnica de Watsu, com o suporte das instrutoras Andréa Melo e Tatiana Lombardi, realizada nas instalações da Quissisana Terapia em São José dos Campos.

No sábado um momento especial, com a presença do querido José Orlando Grunewald e no domingo muita, muita Allegria..

Obrigado por compartilharem mais estes momentos inesquecíveis conosco...

Equipe Elleven

Corrida, mente e corpo - José Carlos Carturan


Não se trata apenas de buscar um corpo bonito, pernas bem torneadas, uma saúde impecável e ainda ter a chance de fazer boas amizades. O hábito de praticar corrida pode ser um grande aliado contra a avalanche de distúrbios ligados ao comportamento. Além do fato da socialização, que por si já consistiria em um enorme ganho ao praticante, este tipo de exercício físico promove uma intensa interação entre mente e corpo.

Dentre os grandes problemas de saúde atuais, a maioria não está diretamente ligado à ação de vírus, fungos, bactérias e outros organismos que podem nos colocar em estado de doença;para que se tenha ideia, sete dentre as dez doenças que mais acometem o ser humano e podem inclusive levá-lo à morte possuem como característica uma estreita ligação entre a saúde física e a saúde emocional.

Termos como depressão, estresse, ansiedade, pânico passaram a fazer parte de nosso cotidiano cada vez mais acelerado e impessoal. Estes problemas geralmente causam desequilíbrios consideráveis em nosso metabolismo, afetando até mesmo mecanismos de homeostase (equilíbrio) de nosso corpo bastante sutis, mas importantíssimos para que estejamos saudáveis.

E para que o corpo consiga retomar a normalidade e reequilibrar suas funções, há duas saídas. Ou a ação de substâncias químicas que servem para colocar ‘a casa em ordem’ ou que haja um estímulo para que tais substratos sejam produzidos de forma endógena (pelo próprio corpo).

Uma das grandes dicotomias no que diz respeito às ciências que tratam da interação mente e corpo na área da saúde é se o estado de espírito faz com que nossa química interna seja alterada, ou o contrário; se a alteração pontual destes componentes químicos é que são responsáveis por alterar, às vezes de forma abrupta e intensa, nosso estado de espírito. Me lembrou uma ‘dúvida’ que era colocada em questão numa antiga propaganda de biscoitos: se o biscoito vendia mais porque estava sempre ‘fresquinho’ ou se estava sempre ‘fresquinho’ porque vendia mais.

Pois bem, para quem pratica corrida, tanto faz. Ao praticar tal tipo de atividade é fisiologicamente impossível se manter ‘para baixo’, em um estado mental desagradável. Pelos movimentos do corpo, por desfocar a mente dos problemas do dia a dia e pelo fato do cérebro produzir uma variedade imensa de substâncias que fazem com que a pessoa se sinta bem, muito bem. Quer alguns exemplos?
Correr promove o ‘start’ que o cérebro precisa para produzir endorfina, neurotransmissor que dá a sensação de bem-estar. Faz também com que seja produzida dopamina, outra substância que faz com que nos sintamos bem.

A atividade física constante, principalmente quando executada sob supervisão de algum profissional e após terem sido feito exames que testem que o ‘atleta’ está apto para tal prática, gera benefícios diretos e indiretos.

Como benefícios diretos (e mensuráveis) podemos citar a melhora na parte circulatória, a possibilidade de eliminação de peso, previne contra doenças cardíacas, combate o estresse, a osteoporose e distúrbios do sono. Como ‘ganhos extras’ temos dentre outros a aquisição de hábitos mais saudáveis, o aumento da auto estima, da confiança e da disciplina.

Quer mais algumas vantagens? É um esporte barato, que possibilita uma melhora progressiva e que pode ser praticado em diversos lugares. Basta ter o mínimo de equipamentos, orientação e boa vontade. Certamente além de tudo isso, mesmo que seja aos poucos, você colaborará para a sua qualidade de vida e terá a possibilidade de manter mente e corpo em equilíbrio.

Quer participar da Elleven Run, nossa Equipe de Corrida, com orientação profissional??

Então entre em contato pelo email: ellevenrun@ellevendh.com.br

Aproveite!



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cruel e impiedoso - José Carlos Carturan


Posso lhe fazer uma pergunta? Porque você se cobra tanto? Talvez você esteja estranhando meu “tom”, que pode até parecer agressivo num primeiro momento e pode estar se perguntando o motivo de estar me referindo assim diretamente a você. Aliás, pelo alcance que a mídia escrita e a Internet proporcionam é bem possível que não lhe conheça pessoalmente.

Vou além. Se me pedisse para que eu lhe atribuísse três adjetivos eu diria: Capaz, cruel e impiedoso. E talvez agora você esteja perplexo, surpreso, até mesmo irritado e com vontade de não ler mais o artigo.

Capaz, porque sei que você reúne características, atributos, recursos, talentos e qualidades especialíssimas que o Grande Criador lhe deu para desenvolver sua vida, buscar seus sonhos e objetivos.

Mas afinal, porque então cruel e impiedoso? Duas conotações tão fortes? Porque imagino, quase que aposto que você age assim. De maneira cruel e impiedosa. Com quem? Com você mesmo. E talvez com as pessoas que você mais tem consideração e bons sentimentos.

Você é assim. Eu sou assim. Somos assim. Como digo, somos “pessoas humanas”. E nos comportamos assim. Somos extremamente duros conosco. Não damos a nós mesmos o direito de errar. Ou vai me dizer que você não se critica, não se cobra, não julga a si mesmo o tempo todo?

Pois é, viu como sei como você se comporta? Porque faz parte do processo. O grande problema nisto tudo é que esta cobrança excessiva faz com que não aproveitemos os erros, fracassos e equívocos como oportunidade de aprendizado.

E quando não aprendemos com as oportunidades que a vida nos dá, a tendência é repetirmos os erros. E nos criticamos novamente. E erramos de novo. Ficamos como o cachorro, “correndo em volta do rabo”. E quando somos críticos e exigentes conosco, passamos a ser com os outros também.

E por experiência própria, pare com isso. Não tente agradar a todos, toda hora. Seria bom que aproveitássemos cada lembrete, cada situação ou dificuldade que a vida nos traz como algo precioso para nosso desenvolvimento. Mesmo porque quando paramos de nos desenvolver, sem perceber começamos a morrer.

Ao menos em um final de semana por mês, tenho a oportunidade de dizer a pessoas muito especiais uma frase que gosto muito: “Quando achamos que sabemos todas as respostas da vida, a vida vem e muda todas as perguntas”. E é justamente isto que nos move adiante, nos faz crescer.

Que bom, pois é muito chato conviver com aquelas pessoas que já acreditam saber tudo. E igualmente ruim com pessoas cruéis e impiedosas. E não percebem que os erros fazem parte da caminhada. E que não há caminhada sem tropeços. Aproveite cada tropeço e transforme-os em um impulso rumo a sua magnífica vitória.

Vídeo - Odisseia I - Turma 10 - Novembro/2012



Veja o vídeo desta turma especial...

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Odisseia I - Turma 10 - Novembro 2012


Neste último final de semana tivemos a oportunidade única de desfrutar com a Turma 10 da Odisseia I momentos muito especiais. Pessoas de diferentes cantos do país reunidas para uma jornada de evolução e redescobertas.

A turma se caracterizou por um perfil coeso, de entrega e busca por melhorias. Foram instantes de emoções intensas, superação, carinho e energia em seu máximo grau.

O ano de 2012 foi fechado com chave de ouro para nós da Equipe Elleven que pudemos contar com mais uma turma maravilhosa, com a energia dos padrinhos e o carinho de mais de uma centena de #pessoasdobem...

Parabéns Turma 10 - Obrigado Padrinhos

YA!!!

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Agonia do Espírito - José Carlos Carturan


As coisas já não são mais como antes. Um ímpeto diferente passa a fazer parte do cotidiano outrora simples, um turbilhão de sentimentos invade uma realidade que até então se apresentava tranquila e uma necessidade visceral de buscar informações e conhecimentos toma conta da mente fazendo-a funcionar a 200 km/h.

Questionamentos passam a ser usuais e a vontade de saber, descobrir, aprender, buscar, passam a ser em certas situações os únicos companheiros de jornada. Sobre verdades até então absolutas começam a pairar deliciosas dúvidas. Paradigmas são derrubados sequencialmente, esmagados por uma sede incontrolável de avançar um pouco mais.

Novos horizontes são vislumbrados, a estrada da vida passa a ter uma nova dimensão, os propósitos têm de ser readequados. Um equilíbrio antigamente almejado chega agora a tomar vulto de empecilho ao desenvolvimento. As informações recebidas parecem insuficientes e servem apenas de estímulo a novas trilhas.

Assuntos que levam a outros, que levam a novas descobertas que nos mostram o quão pouco sabemos e o quanto de maravilhoso ainda há a ser explorado.

Tudo passa a fazer mais sentido, o senso crítico aumenta, a capacidade de arguir aflora e já não aceitamos tudo ‘goela abaixo’. Caem por terra verdades pré estabelecidas; dogmas embasados em terrenos arenosos e sem sustentação desabam como fileiras de dominós, afinal adquirimos a prerrogativa de raciocinar, pensar livremente, agir de acordo com nossa vontade e livres do medo que nos foi imposto há séculos com base em uma cultura forjada sobre o medo, a punição e a culpa.

Passamos a ver que podemos muito mais e que nossos limites somos nós que impomos. O horizonte fica mais amplo, há muito a ser conquistado. Uma estranha sensação de liberdade, que no início da até vergonha em sentir começa a fazer parte de nossa busca.
Ótimo sinal é quando outras pessoas começam a nos olhar como se estivéssemos fora de prumo, como se fossemos estranhos e nos atrevêssemos a viver fora do mundinho quadradinho que nos impuseram desde que nascemos.

No entanto, prepare-se: Felizmente, é um caminho sem volta. Você não tolerará mais que as pessoas tentem te dizer que não é capaz, não aceitará qualquer bobagem que tentam te fazer crer e principalmente não se contentará com pouco. Com a mediocridade que assola e domina o mundo. Não se trata de sentir-se melhor que os outros. A questão é que você se permitiu ser diferente dos outros, o que por si só, já traz novas perspectivas.

E quanto mais buscamos, mais achamos. Quanto mais achamos, mais queremos e quanto mais queremos sentimo-nos estimulados, entusiasmados, esbanjando uma alegria e um sentido de alcançar novos horizontes.

Qual o nome disto? Meu sábio amigo José Orlando, que pelas citações feitas aqui já deve ser familiar também a você, denomina esta nossa vontade em buscar, de modo bastante positivo e peculiar. Chama-a de ‘agonia do espírito’. Já sentiu algo parecido?

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ciclos Nocivos - Dr. José Carlos Carturan


Alguns dados merecem ser avaliados criteriosamente. Seria acaso o fato de mais de 70% das empresas com maior destaque no ‘Guia 2012 das Revistas Exame/ Você S.A. sobre as 150 Melhores Empresas Para Você Trabalhar’ terem nota superior a 85% de aprovação no que diz respeito ao investimento sobre desenvolvimento de seus funcionários? Mais uma pergunta: sabia que este critério é mais relevante para os funcionários do que o próprio salário?

Pois é. E sabe por quê? Porque as pessoas correlacionam diretamente o investimento em treinamentos e desenvolvimento com perspectivas de crescimento profissional, de ascensão na carreira.

Há algumas décadas um grande empreendedor do ramo de empresas aéreas já dizia: “Investir em treinamentos é caro. NÃO investir é MUITO MAIS CARO”.

Acha bobagem? Então perceba se já se deparou com este quadro: profissionais que chegam atrasados e não veem a hora de o relógio chegar àquela fantástica hora de ir embora; que aos poucos vão perdendo rendimento, começam a ter problemas de relacionamento dentro da empresa. As faltas vão aumentando, afastamento por atestado médico, atrasos e reclamações também. Pouca concentração no que fazem, desperdício de materiais e insumos. Vivem insatisfeitos com seu trabalho, desmotivados, sem perceber perspectivas de mudanças, se queixam aos colegas sobre o ‘descaso’ da empresa, contaminam o ambiente. Não buscam reciclagens e ficam no ciclo de entrega de tarefas SMM (Sempre a mesma....mesmice)

A saída para o empresário?- Das duas uma: ou ignora e finge que está tudo bem, apesar de reclamar aos quatro ventos sobre o funcionário ou a mais radical. Demite e contrata outro. Encargos trabalhistas para quem sai, novos gastos para a nova contratação. O novo contratado, por sua vez deverá passar pela experiência, pela adaptação à função, aos companheiros, à política da empresa e se tudo der certo consegue ser efetivado. E adivinha o que acontece? Um ciclo semelhante ao descrito acima começa.

Parece ‘chover no molhado’, mas infelizmente ainda é cultura em algumas empresas não investir em treinamento. As justificativas? Não é fácil mensurar o resultado, ou o retorno sobre o investimento e que não adianta preparar as pessoas porque elas podem a qualquer momento ir embora da empresa. Mentalidade um tanto quanto obsoleta.

Como exigir comprometimento do funcionário que fica anos em uma empresa sem receber um mínimo de desenvolvimento por parte desta? E mais uma pergunta:em tese, onde seria aplicado este desenvolvimento obtido, quem desfrutaria desta melhoria? Logicamente a própria empresa.

Ainda não está convencido? Pois bem, mais alguns dados importantes: Segundo a Fundação Getulio Vargas, 86,3% dos problemas nas empresas são de ordem comportamental e de acordo com a Revista Vida Simples 75,1% dos profissionais apontam a desmotivação como fator que impacta negativamente em seu rendimento.

Seria importante se sua empresa contasse com profissionais comprometidos, dedicados, eficazes e com visão empreendedora? Então, ajude-os a desenvolver estas e outras competências. Pode ter certeza, é bem mais gratificante e mais barato do que este eterno ciclo ‘contrata-demite’.

Cura Mente/Corpo - José Carlos Carturan


Comentar sobre os comportamentos do ser humano e a influência que estes comportamentos exercem no processo de cura pode parecer complexo à primeira vista, mas ao analisarmos as bases de estudo com atenção, veremos que em nosso cotidiano já nos deparamos com diversas situações deste tipo.

Depois de observar o desenlace de diversos casos de tratamento de seus pacientes o Dr. Milton Erickson, considerado o pai da hipnose moderna, criou e passou a reconhecer a teoria de que há estreita conexão entre o cérebro, a mente e o corpo no processo de recuperação dos indivíduos.

Baseado neste conceito, o renomado Dr. Ernest Rossi, PhD em psicobiologia passou a pesquisar e estudar casos clínicos onde os pacientes eram submetidos à rigorosa avaliação e passavam por inúmeros processos conjuntos ao tratamento convencional. Nestes estudos foram medidos diversos componentes neurológicos e fisiológicos do organismo da pessoa no momento do início do tratamento e depois de ministrados os medicamentos convencionais e os medicamentos chamados placebo (que não possuem ação específica nos sintomas ou na doença). Além disso, foram observadas criteriosamente as maneiras com que estes pacientes reagiam ao tratamento.

Os resultados foram espantosos. Os pacientes que demonstravam maior confiança na equipe médica (fator muito importante), mais otimismo em relação à cura e possuíam maior alegria e bom humor apresentaram melhora no quadro clínico muito mais significativa, mesmo sob o efeito de placebos, do que os pacientes que se demonstravam pessimistas, céticos e desconfiados em relação ao tratamento.

Vejam bem, quando digo melhora significativa, estou falando de resultados mensuráveis e não na teoria do “eu acho”. Exames detalhados foram realizados e apresentaram melhora considerável nos níveis de anticorpos, células de defesa do organismo e imunoglobulinas. Os sintomas da doença também haviam diminuído visivelmente e os pacientes encontravam-se num quadro geral extremamente satisfatório.

O Dr. Ernest Rossi, apoiado em seus estudos, afirma que a expectativa positiva de cura por parte do paciente consiste em até 50% de uma recuperação bem sucedida. Nestes casos, o próprio organismo combate o estresse causado pela doença e libera substâncias como as endorfinas (neurotransmissores) responsáveis pelo relaxamento do indivíduo frente aos transtornos que a doença causa.

Atualmente, apesar de ainda gerar inúmeras controvérsias, esta teoria já adotada há vários anos na Europa, Estados Unidos e Canadá, passou a ser mais bem aceita na América Latina e por profissionais brasileiros na área da saúde.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Metinjo recebe palestra da Elleven na SIPAT


A Metinjo, empresa de São José dos Campos, recebeu no último dia 18/10 a palestra 'Automotivação e Qualidade de Vida'ministrada pelo Dr.José Carlos Carturan como parte da realização da SIPAT.

Foram abordados temas pertinentes ao dia a dia do profissional e recursos que favoreceram os participantes a buscar seus objetivos, sempre levando em conta o quesito qualidade de vida.

Agradecemos pela acolhida e carinho.

Equipe Elleven

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Falar em público - Podcast - José Carlos Carturan



Confira este bate papo rápido e dinâmico, em entrevista dada pelo Dr. José Carlos Carturan, à Radio Novo Tempo sobre os aspectos relacionados à comunicação, aos medos de falar em público e técnicas de Oratória.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Pequenas transgressões - José Carlos Carturan


Nossa população já tem a fama de, em sua grande maioria, fazer uso da ‘Lei de Gérson’, imortalizada por um comercial de cigarros protagonizado pelo craque da nossa seleção de 1970. Tive sempre comigo que estas pequenas transgressões que talvez todos nós já tenhamos cometido, são mais nocivas do que parecem.

A princípio, quem me conhece apenas pelos textos talvez me ache um ‘chato de galocha’, como diria minha avó. Ou que quero tudo muito certinho, bonitinho e etc. Longe disso. O fato é que sou brasileiro e cresci em uma cultura onde às vezes, fazer as coisas certas é demérito e é normal utilizarmos o ‘jeitinho brasileiro’. E hoje vivo me policiando para fazer cada vez mais as coisas certas e fugir do uso destas (pseudo) ’malandragens’.

Uma simples ‘furada de fila’, estacionar o carro em vagas reservadas para idosos ou deficientes e outros destes pequenos ‘deslizes’ passam do limite da má educação. Significam falta de civilidade e abrem um perigoso precedente.

Sempre tive a impressão de que estas coisas repercutiam muito mais negativamente do que poderíamos imaginar. Eis que ao ler um livro tomei contato com a história de dois criminologistas da cidade de Nova York que na década de 80 tinha uma média anual de 2.000 assassinatos e 600.000 crimes graves ao ano.

A teoria deles era: “O crime é contagiante e resultado inevitável da desordem”. Atos de vandalismo como pichações, depredações, mendicância agressiva (como os ‘rodinhos dos semáforos’), urinar nas ruas e outras pequenas infrações são um convite a crimes mais graves porque demonstram ineficácia da aplicação das leis e impunidade. Pode parecer controverso, mas não é.

Ao assumirem cargos de liderança na área da segurança pública, exigiram do prefeito da cidade ações severas para vigilância, controle e punição destes pequenos delitos. O prefeito disse a eles que a preocupação maior era com assassinatos e sequestros, mas eles insistiram neste ponto.

A segurança foi redobrada em estações de trens, metrô e ônibus para fiscalizar e autuar quem era apanhado cometendo alguma infração, mesmo que fosse pular a catraca sem pagar. Além disto, tiveram uma ação maciça para recuperar os monumentos e patrimônio público que eram submetidos a vandalismo, pichações e depredações com a intenção de manter tudo sempre limpo e em ordem.

O resultado? Em menos de 4 anos os índices de criminalidade diminuíram em 75% (!!!), incluindo os índices de homicídios, sequestros e estupros. Coincidência? Muito provavelmente, não. Ao ler estes dados tive duas certezas: As pequenas transgressões geram grandes malefícios e nem sempre fazer o certo é fazer o que é mais fácil.

Procuro lembrar-me sempre disto no meu dia a dia. Lembre-se também, principalmente na presença de seus filhos. Se você não for um exemplo de congruência será muito difícil que eles consigam no futuro diferenciar o certo e o errado.

Para terminar, olhe quando sair à rua. Fatalmente verá pichações e coisas em mau estado de conservação. Agora, lembre-se do que acontece com nossos políticos e com os atuais índices de criminalidade. Faz sentido ou não?

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Procable abre SIPAT com palestra da Elleven


Na última 2ª feira, dia 15/10, a Elleven teve a honra de fazer a abertura da 2ª SIPAT da Procable.

Com a palestra 'Automotivação e Habilidade nos relacionamentos', ministrada pelo Dr. José Carlos Carturan, fomos recebidos com muito carinho, alegria e interesse pelos colaboradores da empresa em sua sede na cidade de Diadema-SP.

Foram momentos de extrema descontração e informações importantes para cada um dos participantes.

Agradecemos mais uma vez a confiança em nosso trabalho!!!

Equipe Elleven

Practitioner em PNL - Turma 2 - Módulo I


Os dias de treinamento foram incríveis. Não poderia ser diferente. Afinal qual é o percentual de pessoas que dedicam seu feriado à desenvolver-se como profissional e como ser humano.Certamente uma quantidade bem pequena, mas com qualidade diferenciada.

Em mais uma turma de Practitioner em PNL foram horas de aprendizado, PERGUNTAS inteligentes, muito RAPPORT, respeito aos MAPAS, muitas IMAGENS, SONS e SENTIMENTOS especiais, além de podermos desfrutar de momentos de amizade, confraternização,dedicação e principalmente muito conteúdo.

É isso aí...dia 14/11 tem mais...

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Desinteresse x Despreparo - José Carlos Carturan


Sem dúvida alguma, além de todas as questões desfavoráveis com as quais temos de conviver em nosso país de muito discurso e fanfarronice e pouquíssimas leis cumpridas, um ponto que chama a atenção é a (péssima) qualidade da prestação de serviços.

Logicamente, como em tudo, há exceções. No entanto, se analisarmos friamente a qualidade dos serviços que são prestados, o padrão de atendimento a que somos submetidos deixa bastante a desejar. Infelizmente isto acontece em todos os segmentos, desde empresas de grande porte como bancos, empresas de telefonia (fixa e móvel), grandes redes de lojas até em pequenos estabelecimentos, comércio e serviço público.

Mas afinal este é um problema crônico ou será que somos daquelas pessoas “azaradas” que acabam sempre sendo atendidos pelo vendedor mal-humorado ou pela atendente desinteressada?

O problema é crônico e o assustador nisto tudo é que dentre as consultorias e treinamentos que a Elleven executa nas empresas visando melhorar este quadro, um dos mais solicitados é o de atendimento ao cliente. Por um lado isto é bom, sinal que finalmente as empresas e comércio passam a dar mais importância ao cliente. Contudo, o cenário é bem desanimador.

Posso afirmar que dentre as dezenas de fatores que favorecem o atendimento e a prestação de serviços com baixíssima qualidade, dois deles (os piores) são gritantes. O primeiro é o despreparo e o segundo o desinteresse.

Em relação ao primeiro fator, o que mais chama a atenção é que o citado despreparo não fica apenas na parte “técnica” da coisa, ou seja, a falta de habilidade para a função exercida, mas abrange também um despreparo cultural e comportamental, tornando evidente o péssimo nível de educação do país e a “tragédia” que acontece quando as pessoas são “jogadas” no mercado de trabalho sem estarem aptas para tal.

Quando direcionamos para o lado do desinteresse então, as coisas ficam ainda piores, pois ao contrário do primeiro caso, onde um bom direcionamento e o interesse e a humildade em aprender podem reverter a situação, quando há desinteresse, não há nada a ser feito.

Algumas pessoas me perguntam: “E como devo agir então, José Carlos?”. E como uma alguém que precisou desenvolver novas habilidades para adequar-se a um novo campo de atuação, mas procurou manter as boas coisas que a área da saúde nos ensina, respondo:
- Tudo depende de um bom diagnóstico.

E ao ver o semblante de interrogação das pessoas, digo que a grande sacada está em diagnosticar corretamente em qual das duas situações a pessoa se encontra.

Se for a primeira, onde há despreparo, porém há interesse em evoluir, vale a pena investir tempo, recursos e uma boa dose de paciência com aquela pessoa. Entretanto, se houver desinteresse, não perca tempo em tentar ajudar porque o desinteresse da pessoa a impede de aprender. E mais: Logo, logo em se tratando de uma equipe esta conduta desinteressada, desleixada e displicente se espalhará aos demais.
Portanto, fique atento e procure investir e dar oportunidades a quem realmente merece.

Ansiedade - José Carlos Carturan


Certamente em algum momento, por menor que tenha sido isto já aconteceu com você. Seu coração começou a bater mais forte, sua respiração ficou mais intensa, suas pupilas ficaram dilatadas e talvez isso tenha interferido até na qualidade do seu sono.
Aconteceu quando você foi fazer aquela entrevista de emprego, ou quando você teve de apresentar algum trabalho na escola, conduzir uma reunião. Ou ainda quando você finalmente tomou coragem para dizer o que sentia pela pessoa amada.

Este “friozinho na barriga”, este sentimento de ansiedade é que nos prepara para nossos desafios. Mas talvez você se pergunte: “Peraí, quer dizer que ansiedade é bom?”. E eu respondo. SIM. Desde que seja sentida de maneira equilibrada e positiva. E vou ainda além.

A ansiedade está em nosso código genético, vem de nossos antepassados e é responsável pelas nossas reações de Luta e Fuga. Sem ela a espécie humana não teria sobrevivido na evolução. O sentimento de ansiedade nos deixa preparados para enfrentar nossos desafios do dia-a-dia.

O grande problema é que o homem moderno, apesar de não ter mais de se defender de ursos, leões e tigres, possui outros “bichos” até mais ferozes que estes. Duvida? Desemprego, violência, trânsito, contas para pagar e por aí vai.

E o que acontece então? Ficamos constantemente preparados para enfrentar estes obstáculos. Mas isto ainda não é o que faz a ansiedade ser um grande inimigo da saúde.O problema é quando ficamos ansiosos sem motivos. Quando nos ‘pré ocupamos’ com algo.A nossa mente e nosso corpo não diferenciam um perigo real de outro “perigo” criado por nós mesmos.E ficamos então constantemente preparados para enfrentar estes tais perigos.

Sabe quando você se preocupa com a prova que terá daqui a duas semanas? Quando fica criando na sua cabeça verdadeiras teorias conspiratórias, achando que fulano ou beltrano não gostam de você? Ou pior, quando você sofre por coisas que estão absolutamente fora do seu controle?Pois é. Mesmo que isto só esteja acontecendo na sua cabeça, fisiologicamente o seu corpo se prepara para a situação.

E quando seu corpo se prepara para enfrentar estes desafios, joga em sua corrente sanguínea um hormônio chamado cortisol. Este hormônio é muito importante para nosso organismo, mas quando em quantidades excessivas no nosso corpo faz com que nosso sistema imunológico seja afetado e fiquemos mais expostos a males como infartos, hipertensão, derrames cerebrais e outras doenças que podem nos levar a morte.

Além disso, a ansiedade constante e excessiva também gera os chamados transtornos de ansiedade como, entre outros a síndrome do pânico, a fobia social e o famoso TOC (Transtorno obsessivo-compulsivo). O efeito em curto prazo da ansiedade é devastador para nossa saúde.

A pergunta é: Como você vem lidando com as coisas? Tem dado atenção a pessoas e coisas realmente importantes ou fica se pré ocupando com bobagens?
Pense nisso com carinho. Manter bons pensamentos e atitudes está no seu controle.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

A caverna - Dr. José Carlos Carturan


Este é um dos mitos mais antigos e significativos da humanidade. Imaginemos uma caverna separada do mundo externo por um muro alto. Entre o muro e o chão da caverna há uma fresta por onde passa um fino feixe de luz exterior, deixando a caverna na obscuridade quase completa.

Desde o nascimento, geração após geração, seres humanos encontram-se ali, de costas para a entrada, acorrentados sem poder mover a cabeça nem se locomover, forçados a olhar apenas a parede do fundo, vivendo sem nunca ter visto o mundo exterior nem a luz do sol, sem jamais ter efetivamente visto uns aos outros nem a si mesmos. Abaixo do muro, do lado de dentro da caverna, há um fogo que ilumina vagamente o interior sombrio e faz com que as coisas que se passam do lado de fora sejam projetadas como sombras nas paredes do fundo da caverna.

Do lado de fora, pessoas passam conversando e carregando nos ombros figuras ou imagens de homens, mulheres e animais cujas sombras também são projetadas na parede da caverna, como num teatro de fantoches.

Um dos prisioneiros, inconformado com a condição em que se encontra, decide abandoná-la. Fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. De inicio, move a cabeça, depois o corpo todo; a seguir, avança na direção do muro e o escala. Enfrentando os obstáculos de um caminho íngreme e difícil, sai da caverna. No primeiro instante, fica totalmente cego pela luminosidade do sol, com a qual seus olhos não estão acostumados. Sente-se dividido entre a incredulidade e o deslumbramento.

Ao permanecer no exterior o prisioneiro, aos poucos se habitua a luz e começa a ver o mundo. Encanta-se, tem a felicidade de ver as próprias coisas, descobrindo que estivera prisioneiro a vida toda e que em sua prisão vira apenas sombras. Certamente, desejará ficar longe da caverna para sempre e lutará com todas as forças para jamais regressar a ela. No entanto não pode deixar de lastimar a sorte dos outros prisioneiros e, por fim, toma a difícil decisão de regressar ao subterrâneo sombrio para contar aos demais o que viu e convencê-los a se libertarem também.

Só que os demais prisioneiros zombam dele, não acreditando em suas palavras e, se não conseguem silenciá-lo com suas caçoadas, tentam fazê-lo espancando-o. Resumidamente esta história refere-se ao Mito da Caverna, do filósofo Platão. Fique atento. Por mais que você queira, na sua vida, sair da “caverna” em busca de algo mais, haverá pessoas que insistirão em zombar de você e agredi-lo. Não necessariamente por maldade. Mas principalmente por limitarem-se a viver a vida acorrentados a coisas que não os levam a lugar algum.

Por mais que existam obstáculos no início, siga seu caminho, busque seus objetivos, realize seus sonhos. Há em você um potencial infinito, que talvez até mesmo você desconheça.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Fernandez Mera conclui Programa de Desenvolvimento Gerencial com a Elleven


A Elleven sente-se muito honrada em ter concluído com extremo êxito o Programa de Desenvolvimento Gerencial realizado com os profissionais da Fernandez Mera,uma das três maiores imobiliárias do país e com quase 30 anos de renome e credibilidade no mercado.

Foram 04 meses de treinamento intensivo, contemplando módulos de Comunicação, Liderança,Técnicas de vendas e Gestão de Negócios.Foram incluídas no programa todas as unidades da empresa, englobando São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Jundiaí e Alphaville (Tamboré), totalizando mais de 100 participantes.

Ao todo, entre planejamento, elaboração, aplicação e acompanhamento foram mais de 200 horas de atividades, fortalecendo ainda mais uma equipe competente, capacitada, dedicada e que gera resultados.

Sentimo-nos gratificados pela confiança depositada e também pelos feedbacks e depoimentos que tivemos diretamente dos participantes sobre a importância e a eficácia da implementação dos conceitos abordados, na prática.

Temos certeza que isso estreita ainda mais os laços de profissionalismo, amizade e parceria entre a Fernandez Mera e a Elleven.

Obrigado!!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Mero acaso? - José Carlos Carturan



Ultimamente tenho viajado bastante e em certas ocasiões, principalmente nas que estou sozinho, entre uma música e outra (ou um pedágio e outro, se preferir) acabo aproveitando o tempo para refletir sobre algumas decisões, fases e acontecimentos.

Dia desses, parei para pensar em como acabamos por entrar em contato com pessoas, lugares e situações em nossa vida. Já pensou nisso? Será que é por mero acaso que as coisas acontecem em nossa vida?

Já parou para pensar em quantas pessoas passam em nossa vida? Pessoas que são fundamentais em determinados contextos, nos ajudam, nos fazem aprender, nos trazem alegria ou tristeza e que dali algum tempo simplesmente vão se distanciando até perdermos totalmente o contato. Será mero acaso? Será coincidência? Ou será que estou ficando doido, pensei comigo. Honestamente, talvez um pouco de cada. Mas se pensarmos friamente talvez não seja apenas coincidência.

O psicólogo suíço Carl Gustav Jung, definia como “sincronicidade”, os fenômenos não causais que não podem ser explicados pela razão, porém são significativos para o indivíduo que os experimenta, o que usualmente chamamos de coincidência.
Apesar de considerada por muitos estudiosos como uma teoria empírica, a teoria de Jung traz em si algumas explicações bastante interessantes para fatos que acontecem rotineiramente em nossa vida, como por exemplo, quando estamos pensando em alguém e pouco depois esta pessoa liga para nós.

Verdade ou não, o fato é que sem que percebamos nosso destino vai sendo traçado de acordo com as decisões que tomamos e com o contato que temos com as pessoas de nosso convívio. Um “sim” ou um “não” que damos a alguém, aceitar ou não um convite, uma proposta de trabalho, um pedido, vai trilhando um caminho pelo qual vamos percorrendo a distância entre o dia de nosso nascimento e o momento final, ao qual todos nós chegaremos um dia.

Imagine por exemplo, quantas decisões, quantas escolhas, opções (boas ou não tão boas) você tomou para chegar até onde está hoje. E imagine quantas decisões tomadas por outras pessoas, talvez seus pais, cônjuges, amigos também tiveram influência nesta intrincada “teia de aranhas” que é a nossa vida. Este tema é abordado, por exemplo, no filme “Efeito Borboleta”.

Resumindo, todas as nossas decisões interferem em nossa vida, mas também na vida de dezenas, talvez centenas e porque não dizer milhares de pessoas à nossa volta. Exagero? Nem tanto. Pense quantas vidas teriam sido poupadas, por exemplo, se alguém tivesse tomado a decisão de não detonar a bomba atômica. Ou ainda, no início desta mesma história, se alguém tivesse tido a coragem de enfrentar Hitler quando este ainda estava no começo de sua jornada de poder nefasta e desequilibrada.

Percebe? Quando tomamos uma decisão não afetamos apenas a nossa vida. Ao atingirmos as pessoas que nos cercam e sabendo que estas pessoas também influenciarão outras pessoas ao seu redor, nossa responsabilidade ao agir torna-se ainda maior.

COMUNICADO URGENTE!!




quinta-feira, 4 de outubro de 2012

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quebra da Tábua - Odisseia II - Versão 1

Segue versão I do vídeo da Quebra da Tábua...
Valeu GIGANTES!!!



segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Você se basta? - José Carlos Carturan


Felizmente meu trabalho atual me permite vivenciar e observar todo o potencial do ser humano e a quantidade de mudanças positivas que somos capazes de fazer em nossas vidas. Ao avaliar de maneira imparcial todo este contexto, posso afirmar que a maioria dos problemas que as pessoas têm em suas vidas está diretamente ligada ao tipo de relações que tem consigo mesmas e com os outros.

Ouso dizer que há diversos fatores que são preponderantes para que consigamos mudar nossas vidas, mas que é praticamente impossível obter esta mudança se não conseguirmos mudar a maneira de nos relacionar.

Por mais paradoxal que pareça, a primeira e essencial condição para que consigamos nos relacionar bem com os outros é ‘nos bastar ’. E então vem a pergunta: “Você se basta?”

Talvez quando você tenha lido que precisamos ‘nos bastar’, numa primeira vista, isto tenha parecido estranho, como pareceu a mim no início. Quando falo em ‘nos bastar’ não estou falando em solidão, arrogância, egoísmo, presunção. Falo exatamente do contrário. Falo de humildade, desapego, companheirismo, respeito, amor.

A explicação é simples: Quando ‘não nos bastamos’, depositamos no outro, nas pessoas que conosco convivem (principalmente se tratando de um relacionamento afetivo) uma carga enorme de responsabilidade, um peso injusto para que as pessoas carreguem.

Colocamos no outro a função de nos fazer felizes, satisfazer nossos anseios, suprir nossas carências e lidar com sentimentos nossos que nem nós sabemos direito como lidar. Idealizamos, ’projetamos’ no outro a pessoa certa para ser a ‘tampa de nossa panela’, a pessoa capaz de nos completar e nos decepcionaremos muito se esta pessoa não atender às nossas expectativas.

Discorda? Então faça diferente: Pense em relacionamentos conturbados de pessoas que conhece. Pensou? Certamente encontrará alguns fatores de desequilíbrio, uma expectativa irreal e a insegurança de um (ou ambos) na relação, rompantes de agressividade, ciúme, tristeza, decepção, arrependimento, idas e vindas e um infindável número de brigas e exigências mútuas.

Como seremos capazes de conviver em paz com alguém se colocamos nas costas daquela pessoa nossa felicidade? Se despejamos nossas inseguranças pessoais em crises de ciúme? Se exigimos desta pessoa um determinado padrão de comportamento, que atenda ao que sempre sonhamos da ‘pessoa ideal’?

Percebe? O que a princípio podemos interpretar como ‘egoísmo’ que é o fato de sermos ‘auto-suficientes’ e o sentimento de respeito e amor que temos pelo ser humano que somos (o ‘amor próprio’) são fatores determinantes para que consigamos nos dedicar a relações saudáveis e equilibradas e sejamos capazes de amar na essência da palavra. Só podemos amar o outro com intensidade e desprendimento, se estivermos preenchidos internamente por este sentimento.

Devemos cuidar bastante de nós mesmos, nos conhecermos. Ou estaremos fadados a passar a vida inteira procurando alguém para suprir nossas expectativas ou em quem possamos colocar a culpa de nossa infelicidade.

Odisséia II - Turma II - O Herói e sua missão


Garra, expectativa, emoção, união e superação. Talvez estas sejam algumas das palavras que podem descrever este final de semana indescritível que tivemos na turma II do Odisséia II da Elleven. Sem dúvida alguma os momentos que passamos juntos serão marcantes na memória e no coração de todos e ficará para sempre em nossa lembrança os olhares, os sorrisos e a força de cada um dos heróis GIGANTES que vivenciaram estas emoções tão especiais.

Entre brasas que viraram algodão e tábuas que se tornaram 'bolachinhas', se um dia contarem a história dessa Odisséia...

Digam que ANDAMOS ENTRE GIGANTES...

YA!!!

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

COC São José dos Campos recebe treinamento da Elleven


A equipe do renomando colégio COC de São José dos Campos recebeu nos dias 26 e 27 de setembro um treinamento ministrado pelo Dr. José Carlos Carturan.

Fomos recebidos com muito carinho e atenção por todos e desfrutamos de momentos muito proveitosos e de aprendizado, com pessoas interessadas e preparadas para fortalecer ainda mais o renome de uma das Instituições de ensino mais renomadas do país.

Obrigado pela confiança.

Equipe Elleven

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Os 3 cérebros - José Carlos Carturan


Não sei se já parou para pensar nisso, mas algumas pessoas padecem de um problema crônico. A dificuldade na tomada de decisões. Por que temos tanta dificuldade em decidir?

Há fatores neurológicos e circunstanciais em que nos baseamos para decidir. Nesta semana conversaremos sobre as estruturas cerebrais envolvidas. E isto é mais fácil de entender do que se imagina e explica muita coisa do nosso cotidiano. Não tive a oportunidade de comentar anteriormente, mas nosso cérebro é um “descendente”, uma “edição melhorada” dos cérebros dos animais primitivos.

Didaticamente podemos dizer que trazemos conosco resquícios do cérebro dos répteis e anfíbios que estão situados próximos à nossa nuca e diretamente ligados à nossa coluna vertebral por meio da medula. Assim como em nossos distantes amigos “escamosos” esta parte do nosso cérebro é responsável pelo comportamento instintivo, ligado aos nossos cinco sentidos (visão, tato, olfato, audição e paladar), que eram os requisitos necessários para que cobras e jacarés entre outros conseguissem sobreviver a seus predadores, alimentar-se e manter viva sua espécie.

Há também em nosso cérebro outra porção, denominada sistema límbico, da qual fazem parte diversas estruturas ligadas ao conteúdo emocional e ao comportamento afetivo, que já aparecem desenvolvidas nos mamíferos e que pode ser observada na maneira como os cães demonstram carinho a seus donos e como os ursos e macacos, por exemplo, brincam entre si.

Já nos mamíferos uma parte chamada córtex aparece ainda de forma pouco desenvolvida e é justamente esta porção, denominada pelos neurocientistas de neocórtex que acabou tendo um salto em seu desenvolvimento e que acaba por diferenciar neurofisiologicamente a espécie humana das demais.

Este neocórtex é responsável pelo nosso raciocínio lógico, pelo cálculo matemático, pelo pensamento abstrato e principalmente pela comunicação através da fala. Isto deu ao ser humano uma imensa vantagem competitiva em relação às demais espécies, mas trouxe também alguns inconvenientes no momento de nossa tomada de decisões, ainda mais quando levamos em consideração que a porção esquerda do nosso cérebro toma decisões de modo lógico e racional e a porção direita decide de maneira intuitiva e criativa.

Só por isso já é possível imaginar os conflitos internos para tomarmos uma decisão. Uma parte de nós é puro instinto; agressiva, impulsiva e voraz. Outra parte reage de modo emocional e sensível e para complicar mais, tudo ainda passa por um processamento lógico e racional de um lado e intuitivo e criativo do outro.

Dependendo da parte do cérebro que predomina é que tomamos as decisões: de maneira mais impulsiva, emocional, intuitiva ou lógica. E por isto as pessoas reagem à mesma situação de modo tão diferente, muitas vezes diferente do modo que nós agimos ou da maneira que gostaríamos que agissem.

Curso de Neuromarketing e Mídias Sociais concluído com sucesso absoluto


Na noite de ontem, 24/09 foi concluído o curso de Neuromarketing e Mídias Sociais realizado pela Elleven na sede da Claris Reabilitação Oral de Taubaté e em parceria com a Regence - Espaço Intelectual e a Aukubo, empresa de Mídias Digitais de São Paulo.

O curso teve adesão maciça de empresários, profissionais liberais e da área de comunicação que puderam desenvolver estratégias baseadas no comportamento do consumidor, nos mecanismos de tomada de decisão na hora da compra e sobre como usar as mídias sociais como importante ferramenta de divulgação e venda de produtos e serviços.

O resultado foi extremamente positivo e alguns resultados satisfatórios de tais estratégias puderam ser percebidos já durante o andamento do curso, ministrado pelos Drs. José Carlos Carturan e Thales Wilson Cardoso.

Agradecemos mais uma vez a participação e a confiança de todos.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Oratória e Comunicação Efetiva - Turma 4



Neste final de semana, foi realizado no Hotel Comfort Inn em São José dos Campos a Turma 4 do Curso de Oratória e Comunicação Efetiva da Elleven, ministrado por José Carlos Carturan.

O grupo contou com pessoas de diversos locais do país, que obtiveram um resultado excelente e uma evolução bastante grande no que diz respeito às Técnicas de Comunicação em Público.

Além disso, o clima durante todo o final de semana teve base em muito respeito, descontração, amizade e superação.

No final, muita emoção e aquela sensação bacana de termos feitos novas amizades.

A Equipe Elleven agradece mais uma vez o carinho e a confiança de todos.

sábado, 22 de setembro de 2012

A lição do fogo - José Carlos Carturan



Particularmente e pelas experiências que já tive em diversas situações, tanto relacionadas à cura quanto em situações corriqueiras de nossa vida, onde é importante passarmos uma mensagem especial a alguém, acredito que as metáforas são uma maneira única de conseguirmos passar esta mensagem para que a outra pessoa consiga absorver o conteúdo de um jeito muito especial e consistente.

Esta que compartilho com vocês nesta semana, utilizei há pouco tempo com um grande amigo. Ele mostrava-se desesperançoso e desanimado em relação a seu trabalho, apesar de ser um ser humano muito bacana, ótimo profissional e que trabalha naquilo que gosta. O sorriso e o agradecimento que recebi comprovaram que o resultado foi imediato.

Diz a lenda que um membro de um determinado grupo ao qual participava e prestava serviços regularmente, sem nenhum aviso, deixou de participar de suas atividades.
Após algumas semanas, o líder daquele grupo decidiu visitá-lo. Era uma noite muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante da lareira, onde ardia um fogo brilhante e acolhedor. Adivinhando a razão da visita, o homem deu as boas-vindas ao líder, conduziu-o a uma grande cadeira perto da lareira e ficou quieto, esperando. O líder acomodou-se confortavelmente no local indicado, mas não disse nada. No silêncio sério que se formara, apenas contemplava a dança das chamas em torno das rachas de lenha, que ardiam.

Ao cabo de alguns minutos, o líder examinou as brasas que se formaram. Cuidadosamente selecionou uma delas, a mais incandescente de todas, empurrando-a para o lado. Voltou então a sentar-se, permanecendo silencioso e imóvel.

O anfitrião prestava atenção a tudo, fascinado e quieto. Aos poucos a chama da brasa solitária diminuía, até que houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou-se de vez. Em pouco tempo o que antes era uma festa de calor e luz, agora não passava de um negro, frio e morto pedaço de carvão recoberto de uma espessa camada de fuligem acinzentada.

Nenhuma palavra tinha sido dita desde o protocolar cumprimento inicial entre os dois amigos. O líder, antes de se preparar para sair, manipulou novamente o carvão frio e inútil, colocando-o de volta no meio do fogo. Quase que imediatamente ele tornou a incandescer, alimentado pela luz e calor dos carvões ardentes em torno dele.
Quando o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse:
- Obrigado. Por sua visita e pelo belíssimo sermão. Estou voltando ao convívio do grupo. Que o Pai Celestial te abençoe.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Efeito Placebo - José Carlos Carturan


A palavra placebo deriva do latim “placere”, que significa “agradar”. Como definição, placebo pode ser qualquer tratamento que não possui ação específica nos sintomas ou na doença, mas que de alguma forma pode causar efeito no paciente.

Já o conhecido “efeito placebo” diz respeito aos resultados obtidos a partir da administração de um placebo, sendo que recentemente pode também ser atribuído a procedimentos médicos sem o uso de fármacos, assim como a tratamentos sem comprovação científica, mas que podem causar melhora nos pacientes.

Para que se tenha idéia do poder do efeito placebo, um estudo realizado na Universidade de Harvard, testou sua eficácia em distúrbios como dor, hipertensão e asma e o resultado apontou para melhora no quadro em 30 a 40% dos pacientes. Isto significa que este percentual de pacientes obteve melhora sem que estivesse sendo administrado algum medicamento efetivamente. A melhora ocorreu porque estes pacientes acreditavam estar tomando a medicação.

Pesquisadores desta área explicam que além da ação farmacológica natural do medicamento, existem alguns efeitos que acontecem mesmo quando são administradas substâncias sem efeito farmacológico. O efeito placebo é tão misterioso que alguns pacientes relatam até mesmo os efeitos colaterais que são causados pelos medicamentos que na verdade não estão tomando, o que pode causar certo desconforto e requerer reavaliação por parte da equipe médica.

Fisiologicamente, o efeito placebo é considerado como um efeito orgânico causado no paciente através de estímulos abstratos ou simbólicos. De forma mais simples, isto diz que o importante é a realidade presente no cérebro e não a realidade farmacológica.

A expectativa do paciente frente ao tratamento pode ampliar, anular e reverter os efeitos da droga e até mesmo fazer com que drogas inertes provoquem efeitos que não podem ser causados por elas. Esta expectativa, positiva ou negativa, pode ser gerada pela confiança na equipe médica, pelo uso anterior de alguma medicação ou por informações obtidas por leitura ou através de outras pessoas.

Todos estes dados e alguns casos bastante conhecidos criam a questão de o quanto nossa mente, nosso estado emocional pode interferir no processo ‘doença versus cura’. A observação de casos onde um grupo de pacientes é dividido e, logicamente sem saber, metade recebe a medicação convencional e a outra metade recebe placebo demonstra resultados extremamente semelhantes. Ambos os grupos acreditam estar recebendo a medicação verdadeira e obtém resultados similares por causa disto.

Dr. Ernest Rossi, estudioso dos processos de cura mente-corpo, diz que as histórias de cura espontânea são menosprezadas pela ciência como resultados não confiáveis, porque acabam seguindo a premissa do "não é comprovado, portanto não é real". Uma coisa é certa. A ciência tem sido obrigada a admitir cada vez mais a existência de mecanismos que ainda não tem comprovação, mas apresentam resultados altamente eficazes.

Bocejos e Neurônios - José Carlos Carturan



É praticamente inevitável. Você olha, ouve alguém bocejar e quase que instantaneamente sua boca já está se abrindo. Talvez apenas por ler esta linha escrita e lembrar-se das vezes que bocejou, sua boca já esteja se abrindo e emitindo aquele som bem característico, que pode ser bem controlado nas pessoas tímidas. Às vezes ele vem até acompanhado por aquela sensação de preguiça tão gostosa.
Mas afinal, por que isto acontece? O que faz com que este desejo de bocejar seja praticamente incontrolável?

Por mais sem importância que isto pareça, esta e outras funções do nosso organismo estão diretamente ligadas a um grupo de neurônios descoberto quase que acidentalmente por cientistas da Universidade de Parma na Itália, os chamados neurônios espelho.

A propósito, neurônios são células existentes no nosso cérebro, responsáveis por todo o processamento de informações, o modo como recebemos os estímulos do meio ambiente e como reagimos a eles. Os neurônios são a chave da comunicação entre o cérebro e o restante do nosso corpo. Por exemplo. Imagine que você encostou sua mão em uma chapa muito quente. Para que você tenha o reflexo imediato de tirar a mão existe um complexo processo coordenado por inúmeros grupos de neurônios que fazem com que o estímulo chegue até o cérebro e este prontamente emita uma resposta que faz com que sua musculatura reaja e você tire a mão.

No entanto, dentre vários grupos específicos de neurônios, os neurônios espelho tem sido estudados com muito carinho desde a década de 90. Este grupo de células seria responsável pela função de mimetizar ou “imitar” as ações que observamos nos outros. Imagine que estivéssemos conversando pessoalmente e eu levantasse meu braço direito. Automaticamente, por mais que você mantivesse seu braço abaixado a área do seu cérebro responsável por levantá-lo seria ativada. Repito. O seu braço permanece abaixado, mas seu cérebro funciona como se ele também estivesse erguido.

E talvez você esteja se perguntando: E o que é que tenho a ver com isto?
A resposta é simples e interessante. Primeiramente toda a parte da empatia, do relacionamento humano pode ser redirecionada por estes estudos. Contudo, o mais importante é que os neurocientistas S. Ramachandran e Lindsay Oberman da Universidade da California têm desenvolvido estudos que tentam correlacionar a deficiência ou ausência deste grupo de neurônios ao autismo.

Nas pesquisas iniciais perceberam que em crianças autistas esta função da imitação não era realizada e que as áreas responsáveis pela execução da tarefa não eram ativadas, justamente pela ausência deste grupo de células. Isto explicaria, por exemplo, a dificuldade que o autista tem em se relacionar com outras pessoas e o fato de constantemente ficar limitado a um “mundo particular”, onde a interação social e a capacidade de adquirir novos hábitos e comportamentos ficam comprometidas.
Quem sabe seja uma luz no tratamento para os portadores deste distúrbio.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Palestra APC - Schneider Electric - SIPAT



A Elleven participou de um momento muito importante do calendário anual da APC-Schneider Electric. A SIPAT teve dentre outras atividades a presença do Dr.José Carlos Carturan ministrando a palestra 'Automotivação e Qualidade de Vida' para os colaboradores da empresa.

Foram momentos de descontração e aprendizado, onde foram abordados temas pertinentes ao dia a dia e sobre como manter o foco e a automotivação.

A Equipe Elleven agradece novamente o convite e salienta que foi com muita satisfação que participou de tal evento.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Coitadinho...- José Carlos Carturan



No último curso que ministramos, há algumas semanas, ao final uma pessoa, conversando informalmente me perguntou: “Qual o comportamento mais nocivo para um ser humano?” Fiquei surpreso com a pergunta e respondi que em minha opinião havia alguns comportamentos realmente desprezíveis como a agressividade, a arrogância, a desonestidade entre outros. Foi quando tive um daqueles chamados “insights”. Sabe quando de uma hora para outra “a ficha cai” e algumas coisas aparecem muito claramente em nossa mente?

Parei um pouco, olhei para a pessoa e disse: “Olha, me veio à cabeça agora um comportamento muito comum no ser humano, mas que sinceramente nunca havia percebido o quanto era prejudicial, a autopiedade”

Na realidade este comportamento é aquela famosa “peninha que sinto de mim mesmo” e do “quanto as coisas são difíceis e dão errado para mim”. Se lembrarmos bem, existe até um desenho animado com uma hiena e um leão (Lippy e Hardy, se não me engano), onde a hiena vive dizendo: “Oh, vida! Oh, azar”. Já assistiu?

E este sentimento é um dos piores que uma pessoa pode ter, por vários motivos: Primeiramente é algo que nos limita, nos coloca sempre em uma posição de vítima e desta maneira tira de nós todo o poder de alterarmos o rumo da nossa vida. Além disso, traz consigo um sentimento de autodestruição, nos levando a uma infelicidade quase que permanente, já que passamos a achar que estamos fadados a ser “sofredores eternos”.

Tais argumentos já seriam suficientes para justificar minha afirmação, mas a autopiedade traz ainda algumas outras péssimas repercussões. Pode, por exemplo, manter as pessoas em uma constante inércia, em não buscar seus objetivos já que de um jeito ou de outro “nada dá certo mesmo”. Serve também para obter o que algumas linhas da Psicologia chamam de “ganho secundário”. Ou seja, fazemos algo para “receber” algo em troca. E no caso da autopiedade o algo em troca pode ser carinho, atenção, cuidados.

Porém, talvez o mais prejudicial uso da autopiedade, consiste em servir como fator de manipulação. Tenho um grande amigo, um mestre na verdade, que chama isto de “A ditadura da vítima”. São pessoas que usam a autopiedade de maneira hábil, visando gerar nas outras pessoas um sentimento que faça com que fiquem a mercê de suas vontades e caprichos, criando em seu entorno um ambiente totalmente favorável a si própria. A equação é simples: “Tenho pena de mim, sou problemático, nada dá certo para mim e sofro demais.”

E então: alternativa 1: Você faz o que quero e cede aos meus caprichos e então percebo que este mecanismo é eficaz e passo a repetí-lo para conseguir tudo. Ou, alternativa 2: você não entra no “joguinho”, não consigo o que quero e então comprovo a mim mesmo “o quanto ninguém me ama, ninguém se preocupa comigo, as coisas não dão certo para mim, etc,etc,etc”
Percebeu? E fique alerta, pois há mais pessoas que utilizam este ardil do que imaginamos. Podemos ajudar às pessoas, mas cada um deve ser responsável por sua vida.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

11 DICAS ELLEVEN - Coleções - Nº 03

Leia, reflita, colecione, compartilhe!

Palestra - Nostro Pane D' Oro



Foi com muita honra que a Elleven participou da 4ª SIPAT realizada na sede da Nostro Pane D'Oro, situada em São Paulo, Capital.

A Nostro Pane é fornecedora de algumas das maiores Lanchonetes, Hamburguerias e restaurantes da Capital e do interior.

O tema abordado com os quase 100 colaboradores foi 'Automotivação e relacionamento interpessoal'. Houve bastante interação do público e ao final todos puderam compartilhar de momentos de alegria e aprendizado.

Parabenizamos a inciativa da empresa em investir no capital humano e no aperfeiçoamento de seus colaboradores.

Equipe Elleven

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O teto - José Carlos Carturan



Mais uma vez citarei meu grande amigo e mestre José Orlando. Faço questão de citá-lo nominalmente porque acho importante mencionarmos as fontes de onde ‘bebemos’ conhecimento e pelo privilégio que tenho em desfrutar de sua companhia, amizade e sabedoria. Este meu amigo, de forma bem tranqüila e serena, já me disse algumas vezes: “Zé, não adianta insistir. Cada um tem seu próprio teto”.
Ouço isto dele, normalmente em situações onde estou tentando inserir alguém em algum projeto ou quando pergunto se na opinião dele determinada pessoa possui o perfil para empreender algum novo caminho.

Faço questão de ressaltar que não se trata de menosprezo. Muito pelo contrário. Geralmente percebo, vezes de modo correto e outras equivocadamente, capacidades nas pessoas que elas mesmas não percebem. Quantas vezes você não entendeu, não se conformou com o fato de pessoas que conhece ficarem muito aquém de seu real potencial e consequemente colherem resultados bem menores do que poderiam e mereciam colher? Ou pior, quantas vezes já ouviu de outros que você possui inúmeras qualidades e não acreditou?

Pois é. Cada um tem seu teto, pois cada um impõe a si mesmo este teto. Isto acontece desde cedo e é tão assustadoramente verdadeiro que em algumas circunstâncias, quando as pessoas estão prestes a romper este limite que se impuseram, quando estão quase ‘aumentando’ este teto arranjam as maneiras mais impressionantes, os mecanismos mais absurdos de autossabotagem. Desculpe, mas é isto mesmo. As pessoas usam a autossabotagem para manter-se no limite exato, ou sempre um degrau abaixo do teto que acreditam ter.

Alguns já fazem isto logo no início, usam a preguiça, a falta de disciplina e nem iniciam a jornada ou desistem ao primeiro obstáculo. Para estes o sofrimento é menor, já que se conformam em ser apenas coadjuvantes de suas próprias vidas, meros transeuntes da jornada que vieram (não) cumprir. Outros fazem diferente. Lutam, persistem, dedicam-se e quando têm a grande oportunidade de suas vidas... pronto. Jogam tudo pela janela. Arrasam qualquer possibilidade de crescimento, regredindo praticamente ao ponto zero, mas sem a perspectiva de um novo recomeço e sim com a frustração de mais uma vez ter falhado. Qual o nome disto? Autossabotagem.

Mas existe ainda outro modo de limitar seu próprio teto. Talvez seja um neologismo, mas chamaria de auto ilusão. São aquelas pessoas que vivem enganando a si próprias achando que estão enganando os outros. Mais ou menos como um adolescente imberbe que ‘mata’ aula, ou a pessoa que faz dieta e ‘come escondido’ para não ser cobrado.

A pergunta é: Na realidade, quem estas pessoas estão enganando senão a si próprias? Paciência. Cada um tem sua vida, cada um faz seu teto. Não se trata de poder fazer tudo, mas sim de perceber que é possível se fazer muito mais do que se faz. Novamente recorro ao meu mestre, que cita um ditado da cultura africana que diz: “O que a cabeça não quer, nem Deus pode querer. Se a sua cabeça não simpatiza com a sua causa, nada pode ser feito por você”. A propósito, qual o tamanho do seu teto?